II COMERTEC em debate na Unifap

II COMERTEC: Comunicação, Mercado e Tecnologia em debate na Universidade Federal do Amapá

Da Redação – 15.06.2018

Mídias alternativas e novas práticas jornalísticas, Tecnologia e convergência, Análise de mídia, gestão e estratégias comunicacionais formatam as linhas de pesquisa desenvolvidas durante o II Comertec Jr, que esse ano traz como foco central o tema: “o Desafio da Comunicação em ano Eleitoral”.

Realizado nos dias 14, 15 e 16 de junho de 2018, pelo Grupo de Pesquisas Comertec, que tem como integrantes parte do colegiado do curso de jornalismo da Universidade Federal do Amapá – Unifap, o encontro reúne a produção de 21 trabalhos acadêmicos de discentes (conteúdo que futuramente será publicado em formato de e-book) e propõe a ampliação do debate a partir de atividades como oficinas e apresentações de painéis.

A abertura do evento aconteceu na noite da última quarta-feira (14), e registrou a participação de profissionais da área em palestras e mesa redonda. A nossa diretora, jornalista Cíntia Souza foi uma das convidadas para compor a mesa e representar o universo Crível diante da dinâmica das agências de comunicação em período eleitoral no Amapá.

A partir de reflexões sobre as práticas do jornalista, seja realizando cobertura para imprensa ou gerando conteúdo para as campanhas, a diretora compartilhou experiências bem sucedidas e apontou aspectos que, segundo ela, merecem destaque, como a aplicação efetiva do código de ética da categoria, sobretudo em campanhas para plataformas digitais.

“O fato da prática jornalística ter sofrido adaptações para adequar-se às novas mídias não sugere que o código de ética da profissão seja abolido, pelo contrário. Remodelar técnicas de linguagens e fazer uso de novas ferramentas para construir narrativas, requer cada vez mais a aplicação dos princípios do código. Somente assim teremos diferencial entre o profissional jornalista e demais agentes que geram conteúdo para internet. Vide o efeito detonador das fake news nas redes sociais”, comentou a jornalista Cíntia Souza ao final do evento.

A publicitária Bruna Cereja, diretora da empresa Cereja Marketing, que também possui experiência em campanhas eleitorais, colaborou com a discussão e apontou como principal desafio a necessidade latente do profissional em acompanhar as atualizações, tanto em termos de tecnologia quanto da própria legislação, em torno das eleições.

“A cada novo ano eleitoral somos surpreendidos com novidades, seja no âmbito tecnológico ou legislativo. Trazer a realidade do mercado na área de comunicação para políticos aos estudantes é deixá-los mais preparados e cientes dos desafios que estão em constante mudança. Por isso, precisamos manter atualizações em tempo real”, complementou Bruna Cereja.

A mesa contou ainda com as contribuições do advogado Vladimir Belmino de Almeida, perito em processos eleitorais. Belmino acalorou o debate com análises sobre o cenário atual e as perspectivas para o desenvolvimento das pré-campanhas e da campanha eleitoral que terá início a partir do dia 16 de agosto.

Para a professora especialista, Elisângela Andrade, uma das idealizadoras do Comertec, declarou que a segunda edição do evento despertou a intenção do grupo de pesquisa em atingir um público cada vez maior, incluindo profissionais e sociedade.

“A abertura do evento atendeu às expectativas da organização e do público. Levou discussões atuais, como a inteligência artificial e os negócios na era digital, além de mostrar como as eleições movimentam o mercado da comunicação. Além disso, mostrou a maturidade do grupo Comertec, que tem crescido do ponto de vista da produção de conteúdo nas áreas da tecnologia, mercado e comunicação. Para o ano que vem, queremos firmar parcerias para fazer um evento maior , com um público de Comunicólogos da cidade”, declarou.

Acompanhe a programação –> https://www.comertec.org/

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Repórter que é repórter não sai da rua

Por Maiara Pires – 17.02.17

No dia 16 de fevereiro, comemorou-se o Dia do Repórter, esta célebre profissão que nem todos os que se dizem jornalistas, conseguem de fato exercer. Esta carência de repórteres, em boa parte se deve ao comodismo que grudou como carrapato em certos seres. Ao invés de eles se apropriarem da tecnologia como uma aliada na celeridade da pauta, o que fazem é ir na ‘onda’ do “repassado de outro grupo” nos WhatsApps da vida.

O que tem de jornalista repassando informação seja de boca a boca ou por aplicativos de mensagens sem checar, é brincadeira! Perdeu-se o princípio básico de apurar tudo o que chega aos ouvidos. Como se não bastasse isso, ainda tem aqueles que querem disputar audiência com o internauta nas redes sociais.

Deixa eu te falar:

Se você sair um pouquinho do ar refrigerado da redação, vai perceber muita coisa acontecendo fora da internet. Tu não precisarás te ater a uma pauta gerada nas redes sociais, tá?! Aí, não precisarás ficar com aquela sensação de que perdeu para o internauta que deu a notícia primeiro que você. A diferença entre vocês dois, é que você não está ou não deveria estar no automático porque o (a) senhor (a) irá processar a informação antes de publicá-la.

Repórter é pra quem tem o instinto da apuração. Se tu não tens este senso, nem te habilita. Tu não és papagaio pra repetir o que falaram pra ti. Sabe aquele computador que precisa processar o comando operacional pra poder funcionar? Pois é. É mais ou menos assim que deve acontecer com o repórter. Ele ouve a informação, checa com o outro lado, liga os pontos e conecta no cerne da questão.

Mas, para desenvolver esta habilidade é necessário sair do casulo e ‘bater perna’ na rua. Pegar a luneta do ceticismo e olhar clinicamente para descobrir o que tem nas entrelinhas do acontecido. A curiosidade sempre será uma eterna aliada neste processo. Não deixa ela dormir, senão tu vais passar batido.

Para de bater palma pra quem tem obrigação de fazer e se vista de cidadão. Vai lá na barba da ‘otoridade’ e mete o corpo inteiro onde tu não fostes chamado. Porque se tu não foste chamado, é porque não querem que o povo saiba. Então, te manda pra rua. Porque é lá que é o teu lugar.

Ausência do PICE na comunicação

Como a ausência do PICE afeta o desempenho da comunicação organizacional
Da Redação – Em 26/06/2016

Tenho 36 anos e estou à frente de uma empresa muito jovem na iniciativa privada, especificamente no ramo da comunicação corporativa. Embora já faça algum tempo que as habilidades da nossa equipe foram testadas e aprovadas no ambiente das instituições públicas, circunstâncias que, vale dizer, alimentavam o nosso sonho de um dia empreender, nossa recém jornada segue balizada em propósitos sólidos.

Não à toa, tudo o que fazemos ou somos é fruto de muita paixão e dedicação, mas sobretudo da crença que temos em transformar o mundo em um lugar de sonhos possíveis. Acreditamos que o empreendedorismo inovador, ecologicamente consciente, aliado às novas tecnologias são capazes de prover isso.

A comunicação social é a ferramenta que faz plasmar a essência da nossa alma, transcendendo em conexão ativa para além daquilo que queremos alcançar: a satisfação em superar metas.

Agora que já nos apresentamos, vamos falar sobre PICE

PICE é a sigla que define o Plano Integrado de Comunicação Empresarial, uma poderosa ferramenta utilizada para elevar os resultados de comunicação interna e externa das empresas. É fato que o PICE ainda não tem lugar cativo nas instituições privadas na maioria dos estados brasileiros. No entanto, o cenário está mudando devido sua importância ser tão vital quanto o próprio plano de negócio de qualquer empreendimento. Acompanhe nosso argumento:

Imagine uma empresa que não se comunica eficientemente com seus colaboradores, fornecedores ou com os próprios consumidores. Imagine como essa empresa está posicionada no mercado. Quais são suas chances de permanência num ambiente competitivo.

Ivy Lee iniciou as atividades de relações públicas, em 1906, nos EUA, e de lá para cá a evolução da comunicação corporativa só despontou para valer no início do século XXI. Desde então, o PICE tem sido aplicado com maior frequência principalmente como investimento para busca de novas oportunidades no ambiente de negócios e aperfeiçoamento do desempenho competitivo das empresas, por meio dos estímulos junto aos colaboradores, fornecedores, parceiro e público interno/externo. Ou seja, é estratégia organizacional.

Um PICE bem elaborado, executado por uma Assessoria de Comunicação deve reunir a excelência dos setores da Assessoria de imprensa, Relações Públicas, Endomarketing, englobando todas as ações de Comunicação Mercadológica (Publicidade e Propaganda, e é claro o Marketing Digital – Inbound Marketing).

Percebeu a importância do PICE para o sucesso do seu empreendimento? Quer saber mais? Entre em contato, vamos tomar um café.


 

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